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Receita Federal no Aeroporto Internacional Afonso Pena faz balanço de 2019

Paraná

As apreensões de mercadorias e drogas de 2019, realizadas no Aeroporto Internacional Afonso Pena, em Curitiba, alcançaram o valor total de R$ 4,5 milhões.
publicado: 14/01/2020 14h38, última modificação: 14/01/2020 14h38

As apreensões de mercadorias e drogas de 2019, realizadas no Aeroporto Internacional Afonso Pena, em Curitiba, alcançaram o valor total de R$ 4,5 milhões.

No ano de 2019, durante o trabalho de inspeção em bagagens de voos domésticos, a Inspetoria da Receita Federal no Aeroporto Internacional Afonso Pena (IRF/Afonso Pena), localizado na região metropolitana de Curitiba, apreendeu um total de 170 volumes de mercadorias estrangeiras irregulares, em sua maioria eletrônicos, avaliados em cerca de R$ 2,4 milhões. Nesse mesmo ano, a apreensão de drogas registrada foi de 40.000 comprimidos de Ecstasy (equivalente a 14,39 quilos), estimada em R$ 2,1 milhões.

O trabalho da Equipe de Vigilância e Repressão (EVR/IRF/ Afonso Pena) foi realizado sobretudo com base no gerenciamento de risco e pelo escaneamento de bagagens de voos domésticos. No caso das drogas, as apreensões ocorreram também com o auxílio dos cães de faro da Alfândega da Receita Federal em Curitiba.

Primeira apreensão de 2020

No dia 8 de janeiro, a IRF/Afonso Pena registrou a primeira apreensão de 2020. Foram retidos pela Receita Federal cinco volumes de eletrônicos, que continham Smartphones e Discos Rígidos SSD, avaliados em cerca de R$ 250 mil, que saíram de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, em direção a São Paulo. As mercadorias foram enviadas por pessoa jurídica para pessoa física, por meio de nota fiscal subfaturada e com falsa declaração de conteúdo.

A interceptação dessa carga aérea só foi possível por causa do gerenciamento de risco de voos domésticos, atividade rotineira executada pelos servidores da EVR/IRF/Afonso Pena.

A operação contou com o apoio integrado da IRF/Afonso Pena, da Divisão de Repressão ao Contrabando e Descaminho da 9ª RF (Direp09) e da Seção de Vigilância e Repressão da ALF/Curitiba (Savig/ALF/Curitiba) tanto para a autorização de bloqueio e retorno da carga aérea quanto para o processamento das mercadorias retidas.