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Alfândega de São Paulo apreende cocaína oculta em tâmaras

São Paulo

Em apenas uma semana, Serviço de Remessas Postais e Expressas apreendeu três remessas de cocaína e uma remessa de anabolizante com destino ao exterior.
por publicado: 19/08/2019 13h25 última modificação: 16/10/2019 09h38

A equipe do Serviço de Remessas Postais e Expressas (Serpe) da Alfândega de São Paulo, com o auxílio dos cães de faro da Divisão de Vigilância e Repressão ao Contrabando e Descaminho (Direp) da Receita Federal em São Paulo, apreendeu sacos de drogas dentro de tâmaras.

Em apenas uma semana, o Serpe apreendeu três remessas de cocaína e uma remessa de anabolizante com destino ao exterior.

No dia 6 de agosto, foram identificados 13 sacos de cocaína em pó, com peso bruto de 280 gramas, escondidos dentro de um álbum de fotos. Cada saco de droga estava colado entre duas fotos e tinha como destino o Canadá.

No dia 8 de agosto, foram apreendidos 1.090 kg (peso bruto) de cocaína em tâmaras com destino ao Reino Unido.

No dia 12 de agosto, 46 folhas de papel sulfite embebidos em cocaína líquida foram apreendidas, com peso bruto de 420 gramas. A remessa foi postada em São Paulo tendo como destino a Dinamarca.

Além disso, também no dia 12 de agosto, sete ampolas de esteroides anabolizantes Primoboland foram apreendidos. Os produtos, originários de indústria estrangeira, não apresentavam registro da Anvisa e tinham como destino os Estados Unidos.

A apreensão de drogas vem crescendo de maneira significativa nos recintos de fiscalização aduaneira em todo o País. No que se refere à cocaína, a quantidade da droga apreendida duplicou no primeiro semestre de 2019, se comparada com o mesmo período de 2018.

O aumento expressivo de apreensão deve-se, entre outros fatores, a equipes de servidores capacitados, equipamentos adequados e, muitas vezes, ao apoio dos cães de faro.

No caso das tâmaras, por exemplo, a droga foi perfeitamente escondida, não havendo indícios de manipulação da fruta. Elas estavam misturadas a uma grande remessa de alimentos, tornando difícil a identificação da cocaína por raio-X. A suspeita foi levantada devido à experiência dos servidores e a confirmação ocorreu com a ajuda dos cães de faro.