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Alfândega do Aeroporto Internacional Afonso Pena realiza retenções de bagagens em voos domésticos

Paraná

Mercadorias estimadas em R$ 50 mil, provenientes do Paraguai, teriam como destino as cidades de Campina Grande e Rio de Janeiro.

Na segunda-feira da semana passada (29/10), durante procedimento de seleção de bagagens nas esteiras dos voos domésticos no Aeroporto Internacional Afonso Pena, em Curitiba, a equipe de vigilância e repressão da Receita Federal constatou grande quantidade de mercadorias suspeitas no interior de quatro bagagens pertencentes a uma passageira que estava embarcando com destino a Campina Grande/PB. 
Identificada pelas etiquetas nas bagagens, a passageira foi retirada da aeronave para acompanhar a abertura dos volumes e a verificação física de suas mercadorias, que ocorreu na ala internacional do aeroporto. Durante a verificação foi constatado que se tratava de mercadorias de origem estrangeira, tais como: perfumes, relógios, telefones celulares, artigos de toucador, entre outras, todas procedentes do Paraguai e desacompanhadas de documentação fiscal. 
Desse modo foi efetuada a retenção das mercadorias, avaliadas preliminarmente em R$ 35 mil, para posterior encaminhamento à Seção de Vigilância Aduaneira da Alfândega da Receita Federal em Curitiba. 
No dia seguinte (30/10), durante a realização do mesmo tipo de atividade de vigilância e repressão, os servidores selecionaram mais duas bagagens contendo mercadorias suspeitas, pertencentes a um passageiro que estava embarcando com destino ao Rio de Janeiro/RJ. 
Identificado pelas etiquetas das bagagens, o passageiro foi localizado no portão de embarque da aeronave, sendo informado que deveria acompanhar o procedimento de abertura de seus volumes, objetivando a verificação física de suas mercadorias. Em seguida, na ala internacional do aeroporto, na presença do passageiro, foi constatado que se tratavam de mercadorias de origem estrangeira, principalmente perfumes e relógios, desacompanhadas de documentação fiscal e também procedentes do Paraguai. 
As mercadorias foram avaliadas em cerca de R$ 15 mil, tendo sido retidas para posterior encaminhamento também à Seção de Vigilância Aduaneira da ALF/Curitiba.

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