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Receita Federal em São Paulo implementa fiscalização com cães de faro em importações

Aduana

Bart e Grace, os cães de faro da Divisão de Repressão ao Contrabando e Descaminho (Direp), possuem grande rapidez e precisão para localizar drogas
publicado: 31/10/2017 15h00 última modificação: 09/04/2019 15h49

Os cães, que já desenvolviam rotineiramente um excelente trabalho no rastreio de drogas nos objetos postais exportados, agora estão atuando também nas importações. Essa nova iniciativa da fiscalização propiciou maior dinamismo à fiscalização, pois a frequência de chegada de remessas postais do exterior com drogas ocultas é bastante significativa.

Apesar de adotar todas as medidas necessárias através do sistema de gerenciamento de risco, a triagem física das remessas suspeitas representava um verdadeiro trabalho de “garimpo” para os servidores que contavam apenas com as imagens dos aparelhos de scanner.

No dia 26 de outubro, os cães já indicaram a existência de drogas ocultas em duas remessas postais originadas da Califórnia. Na primeira ocorrência, uma cadeira inflável ocultava haxixe em seu interior. Já na segunda, uma caixa trazia piteiras de cigarro com óleo de canabis (óleo de haxixe).

Com esta inovação, a Alfândega de São Paulo reforça o papel institucional da Receita Federal de controlar a entrada no Território Nacional e a saída dele, de toda e qualquer carga, mercadoria, bagagem ou veículo, incluída a evidência, nesse contexto, de drogas e entorpecentes.