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Receita Federal inicia a Operação Muralha na região oeste do Paraná

Fiscalização

Na região oeste do Paraná, foi montada uma barreira de fiscalização na praça de pedágio de São Miguel do Iguaçu/PR por período indeterminado
publicado: 04/05/2017 14h32, última modificação: 07/06/2017 15h52

Foi deflagrada ontem, 3 de maio, a Operação Muralha da Receita Federal em parceria com Exército, Marinha, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Polícia Militar do Paraná, Polícia Civil e Departamento de Inteligência do Estado do Paraná.

Esta ação está inserida no âmbito do Programa de Proteção Integrada de Fronteiras (PPIF) e tem por finalidade o fortalecimento do controle e da fiscalização visando prevenir e combater os crimes de contrabando e descaminho, tráfico de drogas, armas, munições, medicamentos e outros crimes fronteiriços de forma a proteger os interesses do País e evitar a circulação de produtos nocivos que causam danos à saúde das pessoas.

O principal ponto de atuação será uma barreira fixa de fiscalização montada na praça de pedágio em São Miguel do Iguaçu. Além disso, haverá presença de equipes volantes em estradas secundárias da região, nas margens do Rio Paraná e do Lago de Itaipu. Estarão envolvidos com as atividades no total 350 servidores. A operação contará ainda com o apoio de scanners e helicóptero da Receita Federal, além de equipes com cães farejadores.

A atuação se dará de forma permanente e ininterrupta (24 horas por dia), com objetivo de verificação dos veículos que passarem pelo local no sentido Foz do Iguaçu – Cascavel.

Na manhã desta quarta-feira, foi realizado atendimento à imprensa no local em que está montada a barreira fixa onde estiveram presentes os representantes de todos os órgãos envolvidos. A Receita Federal foi representada pelo subsecretário de Aduana e Relações Internacionais, auditor-fiscal Ronaldo Lázaro Medina, pelo superintendente da Receita Federal na 9ª Região Fiscal, auditor-fiscal Luiz Bernardi.

Em conversa com a imprensa, Medina falou sobre a importância da integração entre os órgãos: “Nós entendemos que tanto do ponto de vista de equipes, equipamentos, inteligência e expetise para operações, nós precisamos juntar todas essas forças para ter uma atuação eficiente contra o contrabando e descaminho”.

Esse é o quinto ano consecutivo que esse tipo de operação é realizada na região oeste do Paraná. Também em conversa com a imprensa, o superintendente Bernardi pontuou que “Nós temos uma previsão inicial de 60 dias, prorrogáveis após uma nova avaliação. Portanto a Operação poderá ter bem mais que 60 dias”. Em 2015 a Operação Escudo durou 130 dias, enquanto que em 2016 a Operação Muralha teve uma duração de 78 dias.