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Rio 2016: em plantão, servidores monitoram as aeronaves que chegam ao País

Aduana

Receita Federal monitora o tráfego aéreo no País durante os Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016
publicado: 05/09/2016 17h22, última modificação: 05/12/2016 10h20

Desde o dia 16 de julho a Receita Federal mantém um assento cativo na sala que monitora o tráfego aéreo no País durante os Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016.

A Sala Master de Comando e Controle, ou simplesmente Sala Master, é o local onde membros de todos os órgãos que desempenham algum papel funcional nos aeroportos do País, além de representantes das companhias aéreas, monitoram e controlam ações de gerenciamento de tráfego e defesa aérea.

Localizada nas instalações da Força Aérea Brasileira dentro do Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, a Sala Master traz um formato de trabalho já testado em outros eventos e que, por criar uma proximidade entre todos os entes envolvidos em um ambiente de atividade ininterrupta, permite interação entre os órgãos e rápida resposta em momentos de crise. Os presentes atuam de forma colaborativa, deliberando juntos questões ligadas à segurança do fluxo de aeronaves e ao próprio controle do espaço aéreo, e contam com informações em tempo real de dados meteorológicos e defesa aérea, além da localização das aeronaves em sobrevoo tanto em território nacional como em grande parte do Oceano Atlântico.

No tocante à Receita Federal, é de extrema importância monitorar a chegada dos aeronaves trazendo ao País Chefes de Estado, dignitários, delegações esportivas, cargas sensíveis ou especiais, uma vez que as características de cada um desses voos demanda uma ação específica da RFB. Por exemplo, é comum que Chefes de Estado tragam em sua comitiva equipamentos avançados de comunicação e armas para seus seguranças, itens que demandam uma atuação especial da equipe que vier a recebê-los. Da mesma forma, caso um voo trazendo uma grande delegação desportiva seja desviado a um outro aeroporto, é preciso alertar e preparar a equipe naquele novo local de pouso para que atenda a família olímpica e suas bagagens de acordo com as regras específicas em vigor para os Jogos Olímpicos.

A Receita Federal está presente na Sala Master desde a Copa das Confederações em 2013, e atualmente guarnece sua posição com uma equipe de quatro servidores lotados em unidades da 7ª Região Fiscal e coordenados pelo Comitê Regional para os Grandes Eventos, que se revezarão em formato de plantão até o dia 23 de setembro.

Um dos servidores dedicados a este trabalho, o auditor-fiscal Marcio Veloso, lotado na Delegacia Rio 1, tem atuado desde o primeiro momento em que a Receita Federal participou da Sala Master, e destaca que a experiência adquirida nos grandes eventos anteriores aos Jogos Olímpicos tem sido essencial para a boa realização dos trabalhos. “Mesmo nos momentos de pico, como nos dias que antecederam a abertura dos Jogos, tudo tem saído conforme planejado. Com certeza a experiência dos eventos anteriores, aliada à concentração de grande parte dos voos em uma só cidade, contribuíram para que todo o trabalho esteja sendo feito da melhor forma possível”, ressaltou.