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Abrinq diz que combate à pirataria fortalece mercado brasileiro

Fiscalização

Segundo ele, o setor de brinquedos, em especial, está sofrendo menos com a concorrência desleal, cujo mercado é abastecido de mercadorias irregulares
publicado: 31/05/2006 00h00 última modificação: 27/01/2015 15h53

O representante da Associação Brasileira dos Fabricantes de Brinquedos (Abrinq), Franklin de Melo Neto, disse nesta quarta-feira (31) que a atuação da Receita Federal no combate ao contrabando e à pirataria tem trazido bons resultados ao mercado brasileiro. Segundo ele, o setor de brinquedos, em especial, está sofrendo menos com a concorrência desleal, cujo mercado é abastecido de mercadorias irregulares. Neto participou em Mauá (SP) do ato em que Receita Federal começou a destruir volume recorde de mercadorias apreendidas no ano passado.

De acordo com o dirigente, que discursou em nome das entidades de proteção às marcas, o setor de brinquedos vinha fazendo demissões nos últimos anos devido à invasão de produtos contrabandeados e piratas no Brasil. "O excelente trabalho feito pela Receita está nos ajudando a reverter essa situação", afirmou. Segundo Neto, em 2004 o quilo do brinquedo entrava no país a um custo de US$ 2,40. Com o fortalecimento das ações de combate à importação ilegal, o preço desses produtos subiu para US$ 7 o quilo. A média mundial está em torno de US$ 10 o kg, segundo o dirigente.

O secretário-executivo do Ministério da Justiça, Luiz Paulo Teles Barreto, considerou eficientes as operações desenvolvidas pela Receita para combater irregularidades nas importações brasileiras. De acordo com o secretário, que preside o Conselho Nacional de Combate à Pirataria e Delitos contra a Propriedade Intelectual (CNCP), 75% das mercadorias piratas que abastecem o mercado brasileiro vêm do exterior. "Pirataria é um fenômeno de segurança pública, que deve ser combatida de todas as formas", disse Barreto, lembrando que o país conseguiu acabar com os "enormes" comboios com contrabando em Foz do Iguaçu.